-------------------------------------------------------------------senha dos arquivos zipados= gabapentina--------------------------------------------------------

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

OMS reforça alerta sobre suplemento ilegal

A Organização Mundial de Saúde atualizou as informações sobre a ocorrência de hepatite aguda não viral associada ao consumo de suplementos da marca OxyElite Pro e Versa 1. Até 13 de novembro, havia 62 casos de hepatite não-viral aguda nos Estados Unidos subsequente ao consumo dos referidos suplementos, incluindo um óbito, um transplante e outros pacientes aguardam na fila de transplantes.


No último dia 1º de novembro a Anvisa já havia divulgado um alerta sobre a relação destes produtos com a ocorrência de hepatites. No Brasil, o produto já havia sido proibido, pois utiliza substâncias não autorizadas para suplementos alimentares no país. Entre as substâncias está o DMAA, que tem efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central, pode causar dependência, além de outros efeitos adversos, como insuficiência renal, falência do fígado e alterações cardíacas, podendo levar a morte.



Segundo a OMS, também há um caso registrado na Irlanda e dois em investigação na Nova Zelândia. Os suplementos envolvidos nas investigações incluem outras marcas, além daquelas inicialmente divulgadas pela FDA: OxyELITE Pro Super Thermo em cápsulas; OxyELITE Pro Ultra-Intense Thermo em cápsulas; OxyELITE Pro Super Thermo em pó, OxyELITE Pro and OxyELITE Powder Super T. Genic Caffeinated Beverage. e VERSA-1.



Atualmente, existe no mercado internacional uma nova fórmula desses suplementos, sem a adição de DMAA, mas com a incorporação de novos ingredientes, incluindo a substância Aegeline. A Aegeline é uma versão sintética de um alcalóide extraído de planta asiática que está sendo investigada como possível responsável pelos casos relatados de hepatite aguda não viral.



A nova fórmula do OxyElite também não pode ser legalmente comercializada no Brasil. Apesar da suspensão da fabricação, o produto ainda é encontrado em sites de venda, trazendo riscos para seus usuários. Nesse sentido, a Anvisa alerta aos consumidores que não consumam esses suplementos e informa que manterá a população informada sobre os avanços na investigação conduzida pelos Estados Unidos.

Confira o Alerta anterior
Fonte: ANVISA

sábado, 16 de novembro de 2013

FDA aprova dispositivo médico para tratar a epilepsia

Nos EUA, a Food and Drug Administration aprovou um dispositivo para ajudar a reduzir a frequência das crises em pacientes com epilepsia que não responderam bem aos medicamentos.

O RNS Estimulador consiste em um pequeno neuroestimulador implantado dentro do crânio. O neuroestimulador está ligado a um ou dois fios (chamados eletrodos) que são colocados em prováveis locais onde suspeita-se originar as convulsões.

"O neuroestimulador detecta a atividade elétrica anormal no cérebro e controla a atividade cerebral antes que o paciente inicie os sintomas", disse Christy Foreman, diretor do Escritório de Avaliação de dispositivos na FDA.

A aprovação da FDA é apoiado por um ensaio clínico randomizado de três meses em 191 pacientes com epilepsia fármaco-resistente.

O estudo mostrou que, três meses após o dispositivo implantado (ligado), os pacientes apresentaram uma redução de cerca de 38 por cento do número médio de convulsões por mês, em comparação com uma redução de aproximadamente 17 por cento do número médio de convulsões por mês pacientes que tiveram o dispositivo implantado desligado. 

Durante dois anos, uma fase de follow-up (não cego), os dados demonstraram uma redução persistente na freqüência de crises.

Pacientes com RNS Stimulators não pode submeter-se a procedimentos de imagem por ressonância magnética, nem podem passar por procedimentos de diatermia, a eletroconvulsoterapia ou a estimulação magnética transcraniana. A energia criada a partir desses procedimentos podem ser enviadas através do neuroestimulador e causar danos permanentes no cérebro, mesmo que o dispositivo está desligado.

O RNS Estimulador é fabricado pela NeuroPace, Inc., de Mountain View, na Califórnia.


Fonte: FDA

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Jovem de 15 anos cria teste que detecta três tipos de câncer em cinco minutos

Todo o ano, a Feira Internacional de Ciências e Engenharia (Intel ISEF) revela futuros talentos e descobertas. Em 2012, uma pesquisa em especial chamou a atenção dos jurados: uma técnica que detecta precocemente o câncer pancreático, de ovário e pulmão.

Incentivado pela morte de uma pessoa muito próxima devido a um câncer de pâncreas, o estudante de 15 anos (16 atualmente) Jack Andraka, de Crownsville, Maryland, começou a pesquisar sobre a doença, mais precisamente seus diagnósticos precoces. O que era apenas um interesse, entretanto, acabou lhe rendendo o maior prêmio da feira: o Gordon E. Moore.

O método, que consiste em um sensor não invasivo feito de papel, é 168 vezes mais rápido que os aparelhos usados atualmente, fornece resultados 90% mais precisos, 400 vezes mais sensíveis e 26 mil vezes mais baratos. O custo é de três centavos de dólar e o resultado chega em menos de cinco minutos.

O sensor pode testar urina ou sangue e, se o resultado for positivo para a proteína mesotelina, indica que o paciente é portador da doença. A tira também muda conforme a quantidade da proteína no sangue, o que pode, de acordo com Andraka, detectar o câncer antes mesmo dele se tornar invasivo.

— É crucial detectar esses tipos de doença em seus estágios iniciais, pois as probabilidades de vida são muito maiores — explica.

O prêmio de US$ 75 mil, arrematado pelo garoto, será utilizado para custear a faculdade. Andraka está, ainda, com um pedido pendente de patente e considerando abrir a sua própria empresa.

Sobre o câncer de pâncreas

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), pelo fato de ser de difícil detecção, o câncer de pâncreas apresenta alta taxa de mortalidade, por conta do diagnóstico tardio e de seu comportamento agressivo.


No Brasil, é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes por essa doença.

Fonte: ZeroHora
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...