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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Jovem de 15 anos cria teste que detecta três tipos de câncer em cinco minutos

Todo o ano, a Feira Internacional de Ciências e Engenharia (Intel ISEF) revela futuros talentos e descobertas. Em 2012, uma pesquisa em especial chamou a atenção dos jurados: uma técnica que detecta precocemente o câncer pancreático, de ovário e pulmão.

Incentivado pela morte de uma pessoa muito próxima devido a um câncer de pâncreas, o estudante de 15 anos (16 atualmente) Jack Andraka, de Crownsville, Maryland, começou a pesquisar sobre a doença, mais precisamente seus diagnósticos precoces. O que era apenas um interesse, entretanto, acabou lhe rendendo o maior prêmio da feira: o Gordon E. Moore.

O método, que consiste em um sensor não invasivo feito de papel, é 168 vezes mais rápido que os aparelhos usados atualmente, fornece resultados 90% mais precisos, 400 vezes mais sensíveis e 26 mil vezes mais baratos. O custo é de três centavos de dólar e o resultado chega em menos de cinco minutos.

O sensor pode testar urina ou sangue e, se o resultado for positivo para a proteína mesotelina, indica que o paciente é portador da doença. A tira também muda conforme a quantidade da proteína no sangue, o que pode, de acordo com Andraka, detectar o câncer antes mesmo dele se tornar invasivo.

— É crucial detectar esses tipos de doença em seus estágios iniciais, pois as probabilidades de vida são muito maiores — explica.

O prêmio de US$ 75 mil, arrematado pelo garoto, será utilizado para custear a faculdade. Andraka está, ainda, com um pedido pendente de patente e considerando abrir a sua própria empresa.

Sobre o câncer de pâncreas

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), pelo fato de ser de difícil detecção, o câncer de pâncreas apresenta alta taxa de mortalidade, por conta do diagnóstico tardio e de seu comportamento agressivo.


No Brasil, é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes por essa doença.

Fonte: ZeroHora

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Transgênicos matam mais e causam até três vezes mais câncer em ratos, diz estudo


Ratos alimentados com alimentos transgênicos morrem antes do previsto e sofrem de câncer com mais frequência do que os outros animais da espécie, destaca um estudo publicado nesta quarta-feira (19) pela revista Food and Chemical Toxicology.
"Os resultados são alarmantes. Observamos, por exemplo, uma mortalidade duas ou três vezes maior entre as fêmeas tratadas com organismos geneticamente modificados [OGM]. Há entre duas e três vezes mais tumores nos ratos tratados dos dois sexos", explicou Gilles-Eric Seralini, coordenador do estudo e professor da Universidade de Caen, na França.
Para fazer a pesquisa de dois anos, 200 ratos foram divididos em grupos e alimentados de maneiras diferentes. Eles seguiram proporções equivalentes ao regime alimentar nos Estados Unidos. O primeiro grupo teve 11% de sua dieta composta pelo milho OGM NK603; o segundo comeu também 11% do milho OGM NK603 tratado com Roundup, o herbicida mais usado no mundo; e o terceiro foi alimentado com milho não alterado geneticamente, mas tomava água com doses de Roundup usadas nas plantações.
O milho transgênico (NK603) e o herbicida são produtos do grupo americano Monsanto, comercializados em vários países. No Brasil, amostras foram aprovadas em setembro de 2008 pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia e, no começo de 2009, o Ministério da Agricultura aprovou o registro de doze híbridos de milho com a tecnologia Roundup. O certificado de biossegurança foi aprovado pela comissão em novembro de 2010.
Segundo o estudo francês, 50% dos machos e 70% das fêmeas dos três grupos morreram prematuramente, contra 30% e 20%, respectivamente, do grupo de controle. Os tumores na pele e nos rins aparecem até 600 dias antes nos machos do que no grupo de controle. No caso das fêmeas, os tumores nas glândulas mamárias aparecem uma média de 94 dias antes naquelas alimentadas com transgênicos. A hipófise foi o segundo órgão que mais sofreu alterações prejudiciais no período de testes – é ela quem produz hormônios importantes para o organismo, o que a torna a glândula principal do sistema nervoso.
"Os resultados revelam uma mortalidade muito mais rápida e importante durante o consumo dos produtos", afirmou Seralini, cientista que integra comissões oficiais sobre os alimentos transgênicos em diversos países. “O primeiro rato macho alimentado com OGM morreu um ano antes do rato indicador (que não se alimenta com OGM). A primeira fêmea oito meses antes. No 17º mês foram observados cinco vezes mais machos mortos alimentados com milho OGM”, explica o cientista.
"Pela primeira vez no mundo, um transgênico e um pesticida foram estudados por seu impacto na saúde a mais longo prazo do que haviam feito até agora as agências de saúde, os governos e as indústrias", disse o coordenador do estudo.
Séralini faz parte de um grupo, o Criigen, que faz uma série de pesquisa sobre segurança de alimentos. Em dezembro de 2009, ele publicou um estudo com ratos alimentados com os três principais tipos de milhos transgênicos, tanto administrados em rações de animais quanto vendidos para humanos. As amostras dos milhos NK603, MON810, MON863, da Monsanto, causaram danos sérios nos rins e nos fígados das cobaias, além de outros efeitos notados no coração, em glândulas supra-renais e no baço. (Com informações de agências internacionais).
Fonte: www.uol.com.br


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Fonte de artigos para psicologia



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