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sábado, 14 de dezembro de 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Planejar é Preciso: Uma Proposta de Método para Aplicação à Assistência Farmacêutica
CONTEÚDO
Apresentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05
1 Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09
2 A Importância do Planejamento para a Assistência Farmacêutica. 13
3 Método Proposto para o Planejamento . . . . . . . . . . . . . . . . 21
3.1 O Capítulo Assistência Farmacêutica do Plano de Saúde. . . 43
4 Instrumento de Auto-Avaliação para o Planejamento da Assistência
Farmacêutica (IAPAF) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
4.1 Auto-Avaliação de Capacidade. . . . . . . . . . . . . . . . . 46
4.1.1 Indicadores – Auto-Avaliação da Capacidade. . . . . 61
4.2 Plano de Ação (modelo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69
Referências Bibliográficas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
quarta-feira, 10 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
Farmácia indenizará por compensar prejuízo com salários
A Drogaria Capilé, que tem 150 lojas espalhadas pelo Rio Grande do Sul e Santa Catarina, terá de pagar R$ 200 mil a título de danos morais coletivos. Motivo: descontava do salário de seus empregados os prejuízos da operação comercial, sob a rubrica de ‘‘empréstimos’’ e ‘‘adiantamentos salariais’’.
A condenação foi imposta pela 4ª Vara do Trabalho de Porto Alegre no dia 29 de abril, no bojo de uma Ação Civil Pública manejada pelo Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul. A ação foi subscrita pela procuradora do Trabalho Aline Maria Homrich Schneider Conzatti.
No inquérito civil que lastreou a ação, o MPT apurou que os descontos serviam para ressarcir a empresa em várias situações que redundavam em prejuízo: quando ocorria erro no registro de venda de medicamentos controlados; caso o empregado recebesse cheque falso ou sem fundo; se o cliente desistisse da compra de medicamento controlado após a emissão da nota fiscal; para cobrir prejuízos por assaltos; por falta de dinheiro no caixa, dentre outras situações.
Segundo a sentença, ao lançar mão deste expediente, o empregador afrontou o direito fundamental dos trabalhadores à irredutibilidade salarial (artigo 7º, inciso VI, da Constituição) e o princípio da intangibilidade salarial, que norteia o Direito do Trabalho. Ambos os institutos, segundo a decisão, se constituem em meios de proteção da dignidade da pessoa humana e da valorização social do trabalho.
Além da questão da irredutibilidade, a juíza do Trabalho substituta Márcia Padula Mucenic disse que o artigo 462, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), veda expressamente ao empregador efetuar qualquer desconto nos salários dos empregados, salvo quando resultar de adiantamentos, de dispositivos de lei ou de contrato coletivo -- acordos e convenções coletivas de trabalho e sentenças normativas.
"No caso em tela, os descontos efetuados a título de adiantamentos o foram a falsos títulos, já que é prática comum e reiterada da ré [rede de drogarias] a de coagir moralmente os seus empregados a assinar os chamados ‘vales’ quando ocorre uma das situações acima relatadas, efetuando o desconto sob a rubrica simulada de ‘adiantamento’", complementou.
Coação moral de hipossuficientes
A magistrada destacou, por fim, que a coação moral, a teor do que dispõe o artigo 151 do Código Civil, é presumida – em razão da hipossuficiência do empregado frente ao empregador. É que o trabalhador, premido pela necessidade de se sustentar, vê-se obrigado a concordar com os referidos descontos, sob pena de perder seu emprego.
Além da condenação moral, que será revertida para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD), a sentença da 4ª. Vara do Trabalho determinou que a rede de drogarias deve se abster de: efetuar qualquer desconto nos salários de seus empregados, salvo quando resultar de adiantamentos, de dispositivos de lei ou de norma coletiva; de efetuar descontos por valores/perdas inerentes ao risco do negócio; e de consignar, em documentos, falsas rubricas com o intuito de efetuar descontos nos salários.
Em caso de descumprimento das ‘‘obrigações de não fazer’’, a juíza determinou multa de R$ 20 mil por trabalhador envolvido nas irregularidades apontadas. Da decisão, cabe recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4).
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Declaração de Serviços Farmacêuticos
Caros colegas, de acordo com a RDC 44/2009, na sessão III do capítulo VI, a Drogaria deve declarar os serviços prestados, sendo assim, montei este modelo, basta copiar/copar e adicionar o cabeçalho com os dados da drogaria, espero que seja útil...
________________________________________________________________________________
Nome:__________________________________________________________________
Gênero:
Masculino ( ) Feminino ( ) - Idade:____anos.
Telefone: ( ) _______-__________
Endereço:_________________________________
Cidade:________________________
Nome do Responsável (em caso de menor):______________________________________
Nome do Responsável (em caso de menor):______________________________________
CUIDADOS FARMACÊUTICOS
PRESSÃO ARTERIAL:
SIM ( ) NÃO ( ) - RESULTADO: _________mm/Hg
|
|||
Valores
de Referência segundo: V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão
Arterial, 2006.
|
|||
Classificação
|
Pressão
Arterial Sistólica
|
Pressão
Arterial Diastólica
|
|
Ótima
|
<120
|
e
|
<80
|
Normal
|
<130
|
e
|
<85
|
Limítrofe
|
130 a 139
|
ou
|
85 a 89
|
Estágio 1
|
140 a 159
|
ou
|
90 a 99
|
Estágio 2
|
160 a 179
|
ou
|
100 a 109
|
Estágio 3
|
≥180
|
ou
|
≥110
|
Hipertensão sistólica isolada
|
≥140
|
e
|
<90
|
APLICAÇÃO
DE INJETÁVEIS: SIM ( ) NÃO ( )
|
|||
Medicamento/concentração:
|
|||
Lote:
|
Val:
|
Via
adm:
|
|
Posologia:
|
|||
Nome
Prescritor:
|
CRM/CRO:
|
||
Obs:
|
|||
Colocação
de brincos: SIM ( ) NÃO ( )
|
||
Pistola
(fabricante):
|
Lote:
|
CNPJ:
|
Brinco
(fabricante):
|
Lote:
|
CNPJ:
|
Perfuração: lóbulo direito: SIM ( ) NÃO (
) - lóbulo esquerdo: SIM ( )
NÃO ( )
|
||
INDICAÇÃO
FARMACÊUTICA EM TRANSTORNOS MENORES: SIM (
) NÃO ( )
|
|||
Sinais
e sintomas:
|
|||
Medicamento/concentração
|
Lote
|
Validade
|
Posologia
|
Plano
de acompanhamento (intervalo)
|
( ) 2 dias
|
( ) 4 dias
|
( ) 6 dias
|
Data:___/___/___
Ass.
Paciente/responsável:_____________________ Ass. Farmacêutico:_____________
Lembrando que esta resolução não incluiu os pequenos curativos, praticamente exluindo este procedimento....
sábado, 17 de novembro de 2012
Química - vídeo-aulas - parte 3
continuação
aula 13 - ligação covalente: teorias e estrutura molecular
aula 14 - eletrólitos
aula 15 - estados da matéria: uma abordagem microscópica
aula 16 - termodinâmica
aula 17 - cinética química
aula 18 - equilíbrio químico
aula 19 - metais e eletroquímicas
aula 13 - ligação covalente: teorias e estrutura molecular
aula 14 - eletrólitos
aula 15 - estados da matéria: uma abordagem microscópica
aula 16 - termodinâmica
aula 17 - cinética química
aula 18 - equilíbrio químico
aula 19 - metais e eletroquímicas
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Química - vídeo-aulas - parte 1
Caros leitores, aqui vai um pack de aulas de química da USP, espero que gostem, caso tenha alguma dúvida, deixe no campo de comentários, assim outros leitores tentarão responder...
aula 2 - colóides
aula 3 - separação de misturas
aula 4 - transformações: o que podemos ver - parte 1
aula 5 - transformações: o que podemos ver - parte 2
aula 6 - a matéria não é contínua: a química explica o visível com o invisível
aula 1 - propriedades gerais da matéria
aula 2 - colóides
aula 3 - separação de misturas
aula 4 - transformações: o que podemos ver - parte 1
aula 5 - transformações: o que podemos ver - parte 2
aula 6 - a matéria não é contínua: a química explica o visível com o invisível
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Reprodução, Sistema Genital, Ontogênese - vídeo-aulas
São cinco vídeo-aulas
Pode ser necessário clicar duas ou três vezes no player para iniciar
aula 1 - apresentação
aula 2 - Anatomia e Fisiologia dos Sistemas Reprodutores Masculino e Feminino
aula 3 - Ciclo Reprodutor Feminino
aula 4 - Reprodução Assistida
aula 5 - Gametogênese
gostou? aproveite para compartilhar...
Pode ser necessário clicar duas ou três vezes no player para iniciar
aula 1 - apresentação
aula 2 - Anatomia e Fisiologia dos Sistemas Reprodutores Masculino e Feminino
aula 3 - Ciclo Reprodutor Feminino
aula 4 - Reprodução Assistida
aula 5 - Gametogênese
gostou? aproveite para compartilhar...
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Genética e Bioestatística - vídeo-aulas
Pessoal, aqui vão mais cinco vídeos, agora de genética e bioestatística, espero que gostem, pois são da Profª Cíntia Fridman da USP
aula 1 - apresentação
aula 2 - técnicas de biologia molecular - PCR
aula 3 - sequenciamento de DNA
aula 4 - teste de paternidade
aula 5 - técnicas de biologia molecular - PCR - 3D
Gostou? Então compartilhe....
aula 1 - apresentação
aula 2 - técnicas de biologia molecular - PCR
aula 3 - sequenciamento de DNA
aula 4 - teste de paternidade
aula 5 - técnicas de biologia molecular - PCR - 3D
Gostou? Então compartilhe....
Controle Hormonal e Insulina - vídeo-aula
disciplina: integração e controle
aula 6
obs: se der erro, clique em player novamente
Reflexo - vídeo-aula
disciplina: integração e controle
aula 4
obs. se der erro, clique em player novamente
Sistemas Sensoriais: Visão
disciplina: Integração e controle
aula 3
obs: se der erro, clique no player, que funcionará
Transporte através da membrana - video-aula
Video aula com o Prof. Hamilton Haddad da USP
disciplina: Integração e controle
aula 1
disciplina: Integração e controle
aula 1
obs. se der erro, clique novamente no play
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Azóis e Inibidores da Bomba de Prótons
Na farmacoterapia é muito comum o uso de mais de uma droga, principalmente quando falamos de idosos que em sua maioria utilizam mais de três drogas diariamente. Entretanto o risco de interações medicamentosas e efeitos colaterais é eminente sendo comum o uso de inibidores da bomba de prótons (esomeprazol, lansoprazol, omeprazol, pantoprazol, rabeprazol) e quando administrados concomitantemente com antifúngicos imidazólicos como cetoconazol ou itraconazol, podem reduzir em até 85% a absorção do antifúngico, sendo assim deve ser evitada esta combinação. Porém em alguns casos não é possível a substituição dos fármacos.
Esta redução de absorção deve-se ao fato do IBP deixar o meio gástrico com pH mais alto, impossibilitando absorção do imidazólico, entretanto estudos mostram que o uso de IBP e imidazólico é mais eficaz quando ingere-se 240 mL de algum refrigerante de cola para acidificar o trato gástrico, deixando a queda da absorção em aproximadamente 35%.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Farmácia - links importantes
Pessoal, reuni aqui diversos links de interesse farmacêutico, caso tenham algum diferente, favor compartilhar nos comentários, obrigado....
ABCFARMA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO FARMACÊUTICO
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FARMACÊUTICOS HOMEOPATAS
ABRAFARMA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE REDES DE FARMÁCIA E DROGARIA
ABRIFAR - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DISTRIBUIDORES E IMPORTADORES DE INSUMOS FARMACÊUTICOS
ALANAC - ASSOCIAÇÃO DE LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS NACIONAIS
ANFARMAG- ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FARMACÊUTICOS MAGISTRAIS
ANVISA - BULÁRIO ELETRÔNICO
CFF - CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA
CRF MG - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DE MINAS GERAIS
CRF RJ - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO RIO DE JANEIRO
CRF SP - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DE SÃO PAULO
CRF RS - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO RIO GRANDE DO SUL
CRF SC - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DE SANTA CATARINA
CRF PR - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO PARANÁ
CRF GO - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DE GOIÁS
CRF PA - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO PARÁ
CRF PE - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO PERNAMBUCO
CRF BA - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DA BAHIA
CRF MS - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DE MATO GROSSO DO SUL
CRF MA - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO MARANHÃO
CRF PB - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DA PARAÍBA
CRF CE - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO CEARÁ
CRF MT - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DE MATO GROSSO
CRF SE - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SERGIPE
CRF ES - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESPÍRITO SANTO
CRF AM - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE AMAZONAS
CRF AC - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ACRE
CRF TO - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO TOCANTINS
CRF RN - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO RIO GRANDE DO NORTE
CRF DF - CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO DISTRITO FEDERAL
DRUG BANK
FENAFAR - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS FARMACÊUTICOS
INTERFARMA - ASSOCIAÇÃO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA DE PESQUISA
PRÓ-GENÉRICOS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE MEDICAMENTOS GENÉRICOS
SBRAFH - SOCIEDADE BRASILEIRA DE FARMÁCIA HOSPITALAR E SERVIÇOS DE SAÚDE
SINDUSFARMA - SINDICATO DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS DE SP
SINFAR-RJ - SINDICATO DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS DE RJ
SBBq - SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR
SOCIEDADE BRASILEIRA DE FARMACOGNOSIA
SBFTE - SOCIEDADE BRASILEIRA DE FARMACOLOGIA E TERAPÊUTICA EXPERIMENTAL
USP FARMACOPÉIA
ABIFINA - Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades
ABIMED - Associação Brasileira dos Importadores de Equipamentos Produtos Médico-Hospitalares
ABIMIP - Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição
ABIQUIF - Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica
ABPI - Associação Brasileira da Propriedade Intelectual
ABRASP - Associação Brasileira dos Produtores de Soluções Parenterais
Academia Nacional de Farmácia
ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Assistência Farmacêutica
FIESP
FIPFARMA – Fundação Instituto de Pesquisas Farmacêuticas
GRUPEMEF - Grupo dos Profissionais Executivos do Mercado Farmacêutico
OMS - Organização Mundial da Saúde
Sobravime - Sociedade Brasileira de Vigilância de Medicamentos
SINDIFAR - SINDICATO DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Farmacopeia Europeia
American Chemical Society (ACS)
American Institute of the History of Pharmacy (AIHP)
American Pharmaceutical Association (APhA)
Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Portugal) (APIFARMA)
Asociación de Química y Farmacia del Uruguay (AQFU)
Association canadienne de l'industrie du médicament (ACIM)
Association of Natural Medicine Pharmacists (ANMP)
Association of the British Pharmaceutical Industry (ABPI)
Association of the European Self-Medication Industry (AESGP)
Associazione Nazionale dell´Industria Farmaceutica (Farmindustria)
Australian Pharmaceutical Manufacturers Association
Austrian Association of Regulatory Affairs (Pharmig)
Belgian Pharmacists Association (APB)
British Institute of Regulatory Affairs (BIRA)
Bundesverbandes Deutscher Krankenhausapotheker (ADKA)
California Pharmacists Association (CPhA)
Chinese Pharmaceutical Association (CPA)
Croatian Pharmacological Society
Danish Pharmaceutical Association - (Danmarks Apotekerforening) (DPA)
Drug Information Association (DIA)
European Association of Pharmaceutical Wholesalers (GIRP)
European Federation of Associations of Health Product Manufacturers (EHPM)
European Generic medicines Association (EGA)
Food and Drug Law Institute (FDLI)
Georgia Pharmacy Association (GPHA
The Indian Pharmaceutical Association
International Association for Pharmaceutical Technology (APV)
International Pharmaceutical Excipients Council (IPEC)
International Pharmaceutical Federation (FIP)
International Society of Regulatory Toxicology and Pharmacology (ISRPT)
Japan Pharmaceutical Association (JPA)
Koninklijke Nederlandse Maatschappij ter bevordering der Pharmacie (KNMP)
Läkemedelsindustriföreningen (LIF)
Malaysian Pharmaceutical Society
Michigan Pharmacists Association (MPA)
Nonprescription Drug Manufacturers Association (NDMA)
Farmacopeia Britanica
Farmacopeia Portuguesa
Administración Nacional de Medicamentos Alimentos y Tecnología Médica (ANMAT) - Argentina
Ohio Pharmacists Association (OPA)
Pharmaceutical Society of Hong Kong (PSHK)
Pharmaceutical Society of Korea (PSK)
Pharmaceutical Society of Singapore
Regulatory Affairs Professionals Society (RAPS)
Society of Cosmetic Chemists (SCC)
SBAC - Sociedade Brasileira de Análises Clínicas
Fundação Osvaldo Cruz
Pharmaceutical on line
American Association of Pharmaceutical Scientists
European Society of Clinical Pharmacy
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Calvície masculina – Tratamentos e medicamentos para o problema capilar
Por Lucia Mandel
Eliseu, o calvo
Eliseu foi um profeta escolhido por Deus. Teve o privilégio de levar mensagens do Senhor ao povo. Poderoso o suficiente para separar as águas do rio Jordão. Transformou um casal estéril em pais biológicos de um menino. Devolveu a vida a um menino morto. Pôde até curar a lepra. Eliseu era calvo. Certo dia, enquanto subia uma ladeira, uns rapazes mexeram com ele, dizendo: “Sobe, calvo; sobe, calvo!”. Então, como podemos ler no Segundo Livro de Reis, capitulo 2, versículo 24, eis o que aconteceu:
“Eliseu, voltando-se para eles, olhou-os e os amaldiçoou em nome do Senhor. Imediatamente saíram da floresta dois ursos e despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes.”
Me parece que Eliseu tinha sérios problemas de aceitação da sua calvície. Se você se incomoda e não aceita bem sua calvície, saiba que não está só. Muitos homens se incomodam com essa questão. Não se desespere. Nessa coluna, além de discutir o porquê do problema, mostro tratamentos modernos muito eficientes, que ajudam bastante.
Por que justo comigo?
Se você é calvo, saiba que isso acontece porque as raízes dos seus cabelos são sensíveis a um hormônio, a dihidrotestosterona - aqui chamado de DHT. Esse hormônio, derivado da testosterona, afina progressivamente os fios de cabelo. Seria como se a ação hormonal “envenenasse” lentamente as raízes dos fios, que vão ficando cada vez menores. O fio se torna progressivamente mais fino, até que, em certo momento, ele simplesmente pára de ser fabricado.
É a genética que determina se seus cabelos são ou não sensíveis a esse hormônio. A genética também determina o quanto você produz desse hormônio. Quem é calvo tem, portanto, duas características fundamentais:
1-Cabelos sensíveis à DHT
2-Grande produção de DHT
E o que posso fazer para mudar essa história?
1 – Tomar finasterida. Atualmente é o remédio mais usado no tratamento da calvície em homens.
O remédio inibe a produção de DHT. Diminuindo esse hormônio, o processo de afinamento do seu cabelo é interrompido. Além da calvície não evoluir, ela também é revertida em certo grau, que varia de pessoa para pessoa.
Toma-se o medicamento diariamente, por tempo indefinido. Quando você parar de tomar, a ação do remédio termina, e a calvície volta a evoluir. Ou seja: o remédio não cura o problema, mas controla sua evolução.
Se uma mulher grávida tomar o remédio, o bebê pode ter problemas. Por isso o medicamento não deve ser usado por mulheres em idade fértil. Para evitar que uma mulher grávida receba transfusão com sangue contendo a finasterida, não doe sangue enquanto estiver tomando o remédio.
Existe a crença de que a finasterida provoca impotência nos homens. O fato é que inibindo-se a produção de DHT, realmente a libido diminui, mas não sensivelmente. Essa diminuição é tão sutil que só incomoda realmente uma porcentagem ínfima dos homens que tomam o remédio (menos de 1%). E, caso isso aconteça, basta interromper o tratamento que tudo volta ao normal.
2- Aplicar soluções capilares à base de alfa-estradiol
O medicamento também diminui a produção de DHT.
Semelhante ao que acontece com a finasterida, o uso deve ser por tempo indeterminado. Aplica-se a solução capilar diariamente.
3-Aplicar soluções capilares à base de minoxidil
Estimula o crescimento dos fios por um mecanismo desconhecido. Se você parar de aplicar o produto, os fios voltam a cair. Mais uma vez, o tratamento deve ser mantido por tempo indefinido. O ideal é aplicar o remédio duas vezes ao dia.
4 -Intradermoterapia capilar
Injeta-se medicamentos diretamente na derme, segunda camada da pele, onde ficam as raízes dos cabelos. Os medicamentos mais usados nesse tratamento são a finasterida, o minoxidil e algumas vitaminas. As sessões são quinzenais ou mensais, dependendo do grau do problema.
5-Tratamentos a base de luz
São usados LEDs ou laseres de baixa intensidade. É um tratamento ainda controverso, sem comprovação científica, cujo princípio é o estímulo ao funcionamento das células que produzem os cabelos através de uma fonte de luz. Parece ser um tratamento promissor.
6-Transplante de cabelos
Muitas vezes, ao pensar no transplante, a imagem que surge é de algo artificial, como ocabelo de uma boneca. Nada disso. Hoje, um transplante bem feito é muito bonito e natural. O efeito final depende da técnica e do perfeccionismo do cirurgião. Na cirurgia, devem ser isolados os folículos dos cabelos, que são estruturas microscópicas onde os fios são produzidos. Isso é muito trabalhoso. Mas se esses folículos forem separados e implantados isoladamente no couro cabeludo, o resultado é excelente.
Assim, se você se incomoda com uns fiozinhos a menos, nada de se irritar ou partir para a violência. Com paciência e ajuda especializada dá para melhorar bastante a situação.
Fonte: Revista Veja
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