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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Manual de Diretrizes: Farmácia Hospitalar
CONTEÚDO
INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
DEFINIÇÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
IDENTIDADE ORGANIZACIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
I - Missão
II - Visão
III - Valores
PERFIL DO PROFISSIONAL FARMACÊUTICO HOSPITALAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
OBJETIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
I – Principal
II – Específicos
FUNÇÕES DA FARMÁCIA HOSPITALAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
PRINCIPAIS ATIVIDADES DA FARMÁCIA HOSPITALAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
ORGANIZAÇÃO DA FARMÁCIA HOSPITALAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
PROPOSTAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA FARMÁCIA HOSPITALAR . . . . . . . 20
REQUISITOS E DIRETRIZES PARA VIABILIZAR UMA FARMÁCIA HOSPITALAR . . . . . 21
LEGISLAÇÃO APLICADA À FARMÁCIA HOSPITALAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
CONSIDERAÇÕES FINAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
SITES INTERESSANTES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
sábado, 24 de maio de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Manual de Primeiros Socorros - Fundação Oswaldo Cruz
CONTEÚDO
I - CAPÍTULO GERAL 9
II - CAPÍTULO EMERGÊNCIAS CLÍNICAS 86
III - CAPÍTULO EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS 114
IV - CAPÍTULO ENVENENAMENTO E INTOXICAÇÃO 165
V - CAPÍTULO OUTRAS OCORRÊNCIAS 199
terça-feira, 1 de abril de 2014
Assistência Farmacêutica na Atenção à Saúde, Fundação Ezequiel Dias
CONTEÚDO
Capítulo 1 | Assistência Farmacêutica no Plano Estratégico de Saúde de Minas Gerais
Capítulo 2 |Prioridades da Assistência Farmacêutica
Capítulo 3 |Ações Assistenciais
Capítulo 4 |Planejamento e Programação Local da Assistência Farmacêutica
Capítulo 5 |Monitoramento e Avaliação
quinta-feira, 27 de março de 2014
Cuidados Paliativos - CREMESP
PARTE I
I DEFINIÇÕES E PRINCÍPIOS 15
II FALANDO DA COMUNICAÇÃO 33
III MULTIDISCIPLINARIDADE E INTERDISCIPLINARIDADE 46
IV CUIDANDO DO CUIDADOR PROFISSIONAL 91
V MODELOS DE ASSISTÊNCIA EM CUIDADOS PALIATIVOS 102
VI PARTICULARIDADES EM CUIDADOS PALIATIVOS 121
PARTE II
I HIGIENE E CONFORTO 195
II NUTRIÇÃO E HIDRATAÇÃO 221
III HIPODERMÓCLISE 259
IV FARMACOTÉCNICA MAGISTRAL 273
V TRATAMENTO DE FERIDAS 283
VI CIRURGIA PALIATIVA 309
VII AS ÚLTIMAS 48 HORAS 337
VIII SEDAÇÃO PALIATIVA 355
PARTE III
I CONSIDERAÇÕES GERAIS 365
II DOR 370
III SINTOMAS RESPIRATÓRIOS 410
IV SINTOMAS DIGESTIVOS 424
V EMERGÊNCIAS 464
VI FADIGA E ANOREXIA/CAQUEXIA 478
VII ANSIEDADE, DEPRESSÃO E DELIRIUM 499
PARTE IV
I ESPIRITUALIDADE EM CUIDADOS PALIATIVOS 521
II ESPIRITUALIDADE E O PACIENTE TERMINAL 533
III MORTE NO CONTEXTO DOS CUIDADOS PALIATIVOS 547
IV LUTO EM CUIDADOS PALIATIVOS 559
PARTE V
I BIOÉTICA: REFLETINDO SOBRE OS CUIDADOS 573
II BIOÉTICA EM CUIDADOS PALIATIVOS 583
III EDUCAÇÃO EM CUIDADOS PALIATIVOS 595
IV LEGISLAÇÃO EM CUIDADOS PALIATIVOS 613
V GARANTIA DE DIREITOS E ACESSO A BENEFÍCIOS:
UMA PREOCUPAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL EM CUIDADOS PALIATIVOS 631
VI PLANO DE DIRETRIZES PARA IMPLEMENTAÇÃO DE UM
PROGRAMA DE CUIDADOS PALIATIVOS EM HOSPITAL GERAL 643
VII CUIDADOS PALIATIVOS FORA DOS GRANDES CENTROS 655
quarta-feira, 26 de março de 2014
Método Dáder: Manual de Seguimento Farmacoterapêutico
CONTEÚDO
1. ABREVIATURAS
2. INTRODUÇÃO
2.1. Aproximação ao conceito de Seguimento Farmacoterapêutico (SF)
2.2. Documentação do Seguimento Farmacoterapêutico
2.3. História farmacoterapêutica do doente
3. RESULTADOS NEGATIVOS ASSOCIADOS À MEDICAÇÃO (RNM)
3.1. Problemas relacionados com os medicamentos (PRM) no Segundo Consenso de Granada (2002)
3.2. A evolução do termo PRM
3.2.1. Resultados negativos associados à medicação
3.2.2. O termo PRM atualmente
3.3. Importância dos resultados negativos associados à medicação
3.4. Suspeitas de resultados negativos associados à medicação
3.5. Classificação dos resultados negativos associados à medicação.
4. MÉTODO DÁDER DE SEGUIMENTO FARMACOTERAPÊUTICO
4.1. Oferta do serviço
4.2. Entrevista farmacêutica: primeira entrevista
4.2.1. Estrutura e desenvolvimento da primeira entrevista farmacêutica
4.2.2. Aspetos da comunicação a considerar durante a entrevista farmacêutica
4.3. Estado da situação
4.3.1. Estrutura e preenchimento do estado da situação
4.3.2. Normas e recomendações para elaborar o estado da situação
4.4. Fase de estudo
4.4.1. Fase de estudo dos problemas de saúde
4.4.2. Fase de estudo dos medicamentos
4.4.3. Onde se pode encontrar informação para realizar SF?
4.5. Fase de avaliação
4.6. Fase de intervenção: plano de atuação
Método Dáder. Manual de Seguimento Farmacoterapêutico. Terceira Edição, 2011
4.6.1. Características e generalidades do plano de atuação
4.6.2. Etapas para desenhar o plano de atuação
4.7. Entrevistas farmacêuticas sucessivas (resultado da intervenção farmacêutica)
4.7.1. Registo das entrevistas sucessivas
4.7.2. Registo das intervenções farmacêuticas
5. CASO PRÁTICO ORIENTADO DE ACORDO COM O MÉTODO DÁDER
5.1. Oferta do serviço
5.2. Entrevista farmacêutica: primeira entrevista
5.3. Primeiro estado de situação
5.4. Fase de estudo
5.5. Fase de avaliação
5.6. Fase de intervenção: plano de atuação
5.6.1. Definição e hierarquização por prioridade dos objetivos. Intervenções farmacêuticas: planificação
5.6.2. Relatório ao médico
5.7. Entrevistas sucessivas (resultado da intervenção).
5.7.1. Novos estados de situação gerados no SF
5.7.2. Nova fase de estudo
5.7.3. Novas entrevistas com o doente e novos estados da situação: avaliação das intervenções
5.7.4. Fase de intervenção: novas considerações no plano de atuação
5.7.5. Agenda do doente
5.7.6. Registo das intervenções farmacêuticas
6. B I B L I O G R A F I A
Grupo de Investigación en Atención Farmacéutica. Universidad de Granada.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Classificação de Risco dos Agentes Biológicos
CONTEÚDO
Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7
1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9
2 Critérios para Avaliação de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .11
3 Classificação de Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .15
3.1 Classe de Risco 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .17
3.2 Classe de Risco 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .17
3.3 Classe de Risco 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .30
3.4 Classe de Risco 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .32
Referências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .33
Glossário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .39
Equipe Técnica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .41
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO BRASIL: ESTRUTURA, PROCESSO E RESULTADOS
CONTEÚDO
PARTE I: ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E REGULAMENTAÇÃO DE MEDICAMENTOS NO BRASIL: ESTRUTURAS E PROCESSOS (NÍVEL I)
PARTE II: INQUÉRITO SISTEMÁTICO DE SERVIÇOS E PESQUISA DOMICILIAR DE
ACESSO A MEDICAMENTOS (NÍVEL II)
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
sábado, 14 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Manual de Diretrizes Indústria Cosmética
CONTEÚDO
Introdução
Definições
O Papel do Profissional
Boas Práticas de Fabricação e Controle – BPFC
Legislação
Considerações Finais
SENHA: gabapentina
domingo, 24 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Comunicação de Notícias Difíceis: Compartilhando desafios na atenção à saúde
CONTEÚDO
INTRODUÇÃO
PERCURSO DOS GRUPOS BALINT-PAIDÉIA
SÍNTESE DA PRODUÇÃO FINAL DOS GRUPOS
INDICAÇÕES DE LEITURA
ANEXOS
são mais de 200 páginas
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Dengue: diagnóstico e manejo clínico adulto e criança
CONTEÚDO
Introdução
Espectro clínico
Atendimento ao paciente com suspeita de dengue
Diagnóstico Diferencial
Estadiamento e tratamento
Confirmação laboratorial
Classificação final do caso
domingo, 20 de outubro de 2013
Toxicomanias: Incidências Clínicas e Socioantropológicas
Apresentação ........................................................................................... 7
Prefácio .................................................................................................. 9
PARTE I
INCIDÊNCIAS SOCIOANTROPOLÓGICAS
O uso ritual de substâncias psicoativas na religião do Santo Daime como
um exemplo de redução de danos
Edward MacRae ..................................................................................... 23
O uso da Ayahuasca e a experiência de alívio, transformação e cura na
união do vegetal UDV
Gabriela Santos Ricciardi ........................................................................ 37
A regulamentação do porte, cultivo e distribuição nãocomercial de
cannabis sativa: um paradigma legal de redução de danos
Sérgio Vidal ........................................................................................... 61
Controle do uso de drogas e prevenção no Brasil: revisitando sua
trajetória para entender os desafios atuais
Sérgio Trad ........................................................................................... 97
Uso do crack nas Metrópoles modernas: Observações preliminares sobre
o fenômeno em Salvador
Esdras Cabus ........................................................................................ 113
Violência, contemporaneidade e infração juvenil
Karla Melo
............................................................................................................ 123
PARTE II
INCIDÊNCIAS CLÍNICAS
O uso de substâncias psicoativas por crianças e adolescentes em situação
de rua: uma leitura Winnicottiana
Luiz Felipe C. Monteiro ............................................................................ 141
Entre o adolescente e a droga, o pai tanto nos amores como nos
chinelos
Caio Rodrigues de M. Filho ..................................................................... 161
O sonho e o despertar
Jane Alves Cohim Silva ......................................................................... 189
O adolescente e a droga: manifestações do agir
Luiz Alberto Tavares .............................................................................. 195
Toxicomania: Movimentos de uma clínica
Marlize Rêgo ......................................................................................... 207
Estratégias clínicas numa instituição para toxicômano
Marlize Rêgo
Maria Luiza Mota Miranda
Maria Eugênia Nuñez
Andréa Queiroz ..................................................................................... 221
Eu sou Borderline, Doutora
Maria Luiza Mota Miranda ...................................................................... 231
COMENTÁRIOS SOBRE A NOVA LEI
A nova Lei de Drogas (Lei no 11.343/2006) e o usuário. A emergência de
uma política pautada na prevenção, na redução de danos, na assistência e
na reinserção social
Emmanuela Vilar Lins ............................................................................. 243
PARTE III
ENTREVISTAS
Claude Olievenstein ................................................................................. 271
Antônio Nery Filho .................................................................................. 283
sábado, 6 de julho de 2013
Imunologia Básica Aplicada as Análises Clínicas
CONTEÚDO
Tipos de imunidade 7
Mecanismos da imunidade 8
Respostas imunes adaptativas 9
Resposta imune humoral 9
Via clássica do complemento 14
As imunoglobulinas 18
Anticorpos monoclonais 21
Síntese das imunoglobulinas 22
Reações mediadas por células 26
Regulação da resposta imune 31
O fenômeno da tolerância 34
Reações de hipersensibilidade 37
Hipersensibilidade tipo I 38
Hipersensibilidade tipo II 41
Teste de Coombs 47
Pesquisa de anticorpos irregulares 49
Hipersensibilidade tipo III 50
Conglutinação e imunoconglutinação 56
Imunoconglutininas 57
Hipersensibilidade tipo IV 58
Hipersensibilidade de contato 58
Reação tuberculínica 60
Hipersensibilidade granulomatosa 61
Doenças autoimunes 64
Lupus eritematoso sistêmico (LES) 66
Artrite reumatóide 70
Tiroidite de Hashimoto 71
Doença de Graves´ 72
Diabetes insulino dependente 73
Esclerose múltipla 74
Miastia gravis 75
Síndrome de Goodpasture 75
Reações imunológicas a vírus 76
Imunidade a bactérias 79
Imunidade a fungos 83
Resposta imune a parasitos 84
Princípio dos imunoensaios 93
Detecção indireta de imunocomplexos 99
Controle de qualidade nos imunoensaios 101
Validação de um ensaio 102
Outras medidas para garantir qualidade 106
Interferências nos imunoensaios 108
Reações cruzadas e analitos heterogêneos 110
Reduzindo as reações cruzadas 111
Anticorpos heterófilos e anticorpos para animais 113
Reconhecendo e reduzindo a interferência
dos anticorpos endógenos 116
Interferências devido a antígenos que
mascaram a reação 118
Interferências com o mecanismo indicador 118
Efeitos matriz 119
Ensaios de aglutinação 120
Ensaios de dispersão de luz 124
Neflometria 125
Turbidimetria 127
Aplicações da neflometria e turbidimetria 128
Fatores que afetam a performance dos ensaios 130
Teste de Paul Bunnel & Davidsohn e monoteste 130
Teste do látex 133
Teste de Waaler-Rose 134
Teste de fixação do complemento 136
Teste para avaliação da via clássica
do complemento (CH50) 147
Teste para avaliação da via alternada
do complemento (AH50) 150
Antiestreptolisina O (ASLO) 151
Teste de neutralização 155
Teste de difusão em gel 158
Teste da DRS 159
Teste da dupla difusão 160
Imunoeletroforese 162
ELISA (Enzyme-linked immunosorbent assay) 163
Imunofluorescência 170
Quimioluminescência 176
Teste de Western blot 178
terça-feira, 11 de setembro de 2012
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